11/01/2018 16:42

Seguro-desemprego tem reajuste de 2,07% e maior parcela passa a R$ 1.677,74

Benefício foi reajustado pela variação do INPC em 2017

 

Imagem Ilustrativa

O valor da maior parcela do seguro-desemprego passa a ser de R$ 1.677,74, a partir desta, quinta-feira 11 de janeiro, segundo informou o Ministério do Trabalho.

O benefício máximo aumentou em R$ 34,02, em relação ao valor antigo (1.643,72), e é pago aos trabalhadores com salário médio acima de R$ 2.467,33.

O reajuste das parcelas do seguro-desemprego é feito todos os anos pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior.

Em 2017, o INPC acumulou alta de 2,07%.

Os novos valores valem para os benefícios que ainda serão requeridos e também para as parcelas de seguros já existentes que forem emitidas a partir desta quinta-feira.

A quantia a ser paga ao trabalhador é definida com base em três faixas salariais.

O piso do benefício é equivalente ao salário mínimo, que foi reajustado para R$ 954,00.

 

Cálculo do seguro-desemprego

Até R$ 1.480,25, multiplica-se o salário médio por 0,8 (80%)

De R$ 1.480,26 até R$ 2.467,33, o que exceder a R$ 1.480,25, multiplica-se por 0,5 (50%) e soma-se a R$ 1.184,20.

Acima de R$ 2.467,33, a parcela será de R$ 1.677,74, invariavelmente.

 

Salário Médio

O seguro-desemprego é um auxílio concedido aos brasileiros demitidos sem justa causa.

No período em que estiver recebendo o benefício, o trabalhador não pode ter outra remuneração, seja ela vinda de emprego formal ou informal.

O valor a ser pago é calculado sobre a média do salário do trabalhador nos três meses anteriores à dispensa.

Caso o beneficiário tenha recebido apenas dois salários mensais nesses três meses, calcula-se a média dos dois.

Se tiver recebido apenas um, aquele será o valor considerado para apurar o valor do seguro.

Já se o beneficiário não tiver trabalhado integralmente em qualquer um dos últimos três meses, o salário será calculado com base no mês de trabalho completo.

 

Fonte: G1 Economia – Foto: Imagem ilustrativa

Fotos
Fonte: G1 Economia