O Jornal da Fronteira completa 22 anos em 2015, e desde sua fundação se consolidou como um dos mais importantes meios de comunicação da região. Ao longo deste tempo, buscou a inovação e com isto novas ferramentas de interação com a comunidade. Assim, acompanhando as tendências de mercado, resolveu apostar em uma plataforma de notícias diária, através da internet.

História

O Jornal da Fronteira circulou sua primeira edição impressa em 19 de fevereiro de 1993, com o nome de Folha da Fronteira. Naquela época, a circulação do jornal era quinzenal e o exemplar avulso custava CR$ 7.000,00 (é isso mesmo, sete mil cruzeiros). A manchete de capa da primeira edição foi: “Prefeitos enfrentam dívidas e queda de arrecadação”, que poderia, muito bem, ser aplicada hoje. A partir da edição 29, de 22 de abril de 1994, o jornal passou a se chamar Jornal da Fronteira.

A cada edição circulava a Revista da Folha, um suplemento de variedades. A partir da edição 18, de 22 de outubro de 1993, a Revista da Folha foi substituída pelo Folhão, que manteve o mesmo perfil, porém bem mais amplo e abrangente, e que foi evoluindo à medida em que o próprio jornal evoluía.

A partir da edição nº 69, de 19 de janeiro de 1996, a capa e contracapa do jornal, que eram em preto e branco, passaram a ser editadas em duas cores: preto e magenta. A partir da edição 101, de 22 de abril de 1997, passou para as cores preto e vermelho. Com a edição 105, de 6 de junho de 1997, o Jornal da Fronteira passou a circular semanalmente. O Folhão continuou editado quinzenalmente. Na edição 346, de 5 de abril de 2002, o Jornal da Fronteira passou a circular com capa e contracapa coloridas e novo layout gráfico. A partir desta mesma edição, dois suplementos passaram a ser editados: o Folhão e o Caderno de Variedades, ambos com periodicidade quinzenal, circulando semana um, semana o outro. Na edição 600, de 27 de abril de 2007, mais um passo foi dado na constante evolução do JF: um novo layout gráfico e editorial passou a ser editado, moderno e de acordo com as tendências do jornalismo contemporâneo. Neta mesma edição, o Caderno de Variedades deixou de ser editado, passando o Folhão a ser publicado semanalmente. Depois, em 16 de fevereiro de 2012, na edição 846, em comemoração aos 19 anos, um novo Caderno de Variedades com oito páginas e capa e contra coloridas, passou a substituir o Folhão. Outra inovação aconteceu na Edição Especial de Natal e Ano Novo que circulou em 20 de dezembro de 2013, com o número 942, tendo como principais novidades um novo e moderno layout gráfico e um jornal estilo revista totalmente colorido.

A periodicidade e longevidade de 22 anos, que poucos jornais regionais conseguem, para o Jornal da Fronteira não foi fruto do acaso. Foi decorrente de um planejamento concreto, viável, definido e muito bem executado.

As posturas que nortearam as ações administrativas do Jornal da Fronteira ao longo deste tempo foi de levar informações com credibilidade, seriedade, profissionalismo, imparcialidade, liderança e maturidade, atributos que o JF soube conquistar, juntamente com a periodicidade e a longevidade. Estas foram características adotas e seguidas à risca pelo fundador e diretor por 20 anos, Dionísio Vanderlei Cogo, e assumidas pelo seu sucessor, Luiz Carlos Veroneze, que agregou uma constante preocupação pela inovação.

O Jornal da Fronteira foi o pioneiro da imprensa escrita profissionalizada nesta região de fronteira. Há uma profunda identidade entre o Jornal da Fronteira e a imprensa regional. A história dos dois mescla-se em, praticamente, uma só história. O JF foi o precursor, abriu os caminhos para a imprensa escrita nesta região de fronteira e criou um público leitor. Graças a estes caminhos desbravados, hoje existem, nesta região de fronteira, vários veículos de comunicação impressa buscando seu espaço.

Nesta microrregião, nenhum outro órgão de imprensa escrita conseguiu se manter por tanto tempo fazendo jornalismo de vanguarda, com qualidade, conteúdo, credibilidade e liderança em circulação.

Hoje, o JF está consolidado, e seus objetivos, daqui para frente, são muitos. Além de manter tudo o que foi conquistado, em termos de credibilidade, confiança, lideranças, também se busca uma constante evolução e atualização, para ter cada vez mais a preferência e aceitação do leitor.

Marcas para o jornalismo regional

Algumas iniciativas do Jornal da Fronteira foram históricas no jornalismo regional. A edição 69, de 22 de dezembro de 1995, foi a primeira Edição Especial de Natal do JF, circulando com capa e contracapa coloridas, um fato então inédito na região em termos de jornais. A partir de então, a cada final de ano, o jornal circulou uma edição neste molde, com mais de 60 páginas. Paralelo à suas edições regulares, o Jornal da Fronteira sempre editou edições especiais, retratando acontecimentos, aspectos e municípios da região. Destacamos os cadernos especiais do Dia das Mães, do Colono e Motorista, do Gaúcho, entre outros. Também, ao longo do tempo, foram editados os especiais “Mercosul - Na Rota da Integração”, desde 1994, com circulação em todo o Brasil, no âmbito da América do Sul e alguns países da Europa.

No ano 2006, o Jornal da Fronteira implantou o Programa Jornal na Escola e passou a encadernar suas edições, formando volumes ano por ano, cada um contendo todas as edições do respectivo ano, iniciativa que continua sendo feita até hoje. Dois conjuntos destas encadernações estão no arquivo do Jornal da Fronteira, e cada biblioteca pública dos municípios de abrangência, além da biblioteca da Faculdade da Fronteira (FAF), receberam um conjunto, e continuam recebendo ano a ano. Desta forma, todas as edições do Jornal da Fronteira, desde a primeira, em 19 de fevereiro de 1993, estão a disposição da comunidade, em volumes anuais, nas respectivas bibliotecas públicas.

Desde o início, o Jornal da Fronteira realiza a Taça Jornal da Fronteira de Futsal Regional. Participam da competição uma equipe de cada município de abrangência, nas categorias Principal, Feminino e Máster. É importante destacar que a Taça Jornal da Fronteira foi diretamente responsável pelo surgimento e fortalecimento das escolinhas esportivas e também pelo advento e fortalecimento do futsal feminino nesta região. Com o passar dos anos, pela sua importância, a competição agregou patrocinadores oficiais ao nome, como a Boniella Alimentos e a Secretaria de Desenvolvimento Regional – SDR, de Dionísio Cerqueira, passando a chamar-se Taça Jornal da Fronteira e Boniella Alimentos – Copa Rotativa SDR.

Prêmios e homenagens

  • Prêmio Amsop de Jornalismo 2002 – Fotojornalismo (segundo lugar);
  • Prêmio Amsop de Jornalismo 2006 –Crônica (primeiro lugar);
  • Prêmio Amsop de Jornalismo 2006 –Jornal Impresso Reportagem (segundo lugar);
  • Menção Honrosa da Assembleia Legislativa de Santa Catarina - Destaque da Imprensa Catarinense 2006;
  • Prêmio Amsop de Comunicação 2008 –Crônica (segundo lugar);
  • Prêmio Amsop de Comunicação 2009 –Crônica (segundo lugar);
  • Certificado de Qualidade Profissional e Empresarial 2009;
  • Jornal do Ano 2009;
  • Prêmio Adjori Santa Catarina de Comunicação 2010 – Jornal Impresso Reportagem (primeiro lugar);
  • Prêmio Amsop de Comunicação 2010 – Jornal Impresso Reportagem (primeiro lugar);
  • Prêmio Ascoagrin Destaque da Fronteira 2012;
  • Jornal Destaque do Ano 2013 e 2014;
  • Também recebeu diversas moções de mérito de Poderes Legislativos da região.